Todo dia algo novo aparece para nos lembrar que tudo passa.Tenho pensado nas últimas horas em como podemos ser estranhos a nós mesmos.Um completo desconhecido no espelho.Vergonha.Medo.Não é fácil encarar um mundo tal como ele é. Se é que sabemos disso.Nós, seres humanos, procuramos sempre uma resposta. A perfeição talvez.
Em meio a multidão inevitáveis destaques.Genialidade?Carisma?Talento?Oportunidade!Na imensidão do Universo, algumas estrelas brilham infinitamente mais.Não há como negar. O Sol nasce pra todos, mas poucos refletem sua luz de forma espetacular.
Sempre gostei de Peter Pan. Na verdade eu queria mesmo era ser a Sininho.Voar pela Terra do Nunca, combater o Capitão Gancho e ser para sempre criança.....Comigo não deu certo. Talvez seja melhor assim.Ver o mundo na perspectiva infantil não significa ser alheio, mas sim um eterno sonhador.....
Ao misturar a criança e o adulto dentro de nós, chegamos próximos da insanidade.Brincar é bom, mas nem sempre é compreensível.
Baile de máscaras.Ter vários rostos e várias formas.Brincar de ser Deus.Tornar-se Rei com a fragilidade de um bebê que corre para os braços da mãe quando ouve o latido do cão.
Muitas contradições.Vacilos.Incompreensão???Não julgar para não ser julgado. É possível???
A bondade pode se ofuscar diante do brilho do ouro. Mas se ela está ali, um dia acaba aparecendo....
Decadência? Fênix!Lágrimas e aplausos. Histeria e recordações.Vaias e intrigas.Nada é claro.Tudo é incerto.Mas não há dúvidas; para ser rei nem sempre é preciso trono e coroa, basta ser majestade.
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